Bato a porta devagar,
Olho só mais uma vez
Como é tão bonita esta avenida...
É o cais. Flor do cais:
Águas mansas e a nudez
Frágil como as asas de uma vida
É o riso, é a lágrima
A expressão incontrolada
Não podia ser de outra maneira
É a sorte, é a sina
Uma mão cheia de nada
E o mundo à cabeceira
Mas nunca
Me esqueci de ti
Não nunca me esqueci de ti
Eu nunca me esqueci de ti
Não nunca me esqueci de ti
Tudo muda, tudo parte
Tudo tem o seu avesso.
Frágil a memória da paixão...
É a lua. Fim da tarde
É a brisa onde adormeço
Quente como a tua mão
Mas nunca
Me esqueci de ti
Não, nunca me esqueci de ti
Não, nunca me esqueci de ti
Eu nunca me esqueci de ti
Nunca me esqueci de ti
Não não não não não nunca me esqueci de ti
Não não não não não não não não
Nunca me esqueci de ti
Nunca me esqueci de ti..
1 comentários:
Muito bom gosto
Rui Veloso é dos primeiros nomes que associo a musica, porque ouvia disso no renault5 castanho do meu pai. Juntamente com a casinha dos xutos, rui veloso embora nao sendo esta musica é um nome que recordo.
esta musica ao que julgo saber foi escrita com um intuito, o que é de louvar numa altura em que as musicas tem meras letras de plástico ajustadas ao ritmo
continua com o bom trabalho
nuno
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