Terça-feira, 4 de Maio de 2010

nunca imaginei....

Bato a porta devagar,
Olho só mais uma vez
Como é tão bonita esta avenida...
É o cais. Flor do cais:
Águas mansas e a nudez
Frágil como as asas de uma vida

É o riso, é a lágrima
A expressão incontrolada
Não podia ser de outra maneira
É a sorte, é a sina
Uma mão cheia de nada
E o mundo à cabeceira

Mas nunca
Me esqueci de ti
Não nunca me esqueci de ti
Eu nunca me esqueci de ti
Não nunca me esqueci de ti

Tudo muda, tudo parte
Tudo tem o seu avesso.
Frágil a memória da paixão...
É a lua. Fim da tarde
É a brisa onde adormeço
Quente como a tua mão

Mas nunca
Me esqueci de ti
Não, nunca me esqueci de ti
Não, nunca me esqueci de ti
Eu nunca me esqueci de ti

Nunca me esqueci de ti
Não não não não não nunca me esqueci de ti

Não não não não não não não não
Nunca me esqueci de ti

Não não
Nunca me esqueci de ti..

1 comentários:

Anónimo disse...

Muito bom gosto

Rui Veloso é dos primeiros nomes que associo a musica, porque ouvia disso no renault5 castanho do meu pai. Juntamente com a casinha dos xutos, rui veloso embora nao sendo esta musica é um nome que recordo.

esta musica ao que julgo saber foi escrita com um intuito, o que é de louvar numa altura em que as musicas tem meras letras de plástico ajustadas ao ritmo

continua com o bom trabalho


nuno